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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Pura loucura

"É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz 
porque uma tentativa não deu certo."
(O Pequeno Príncipe)



domingo, 3 de abril de 2011

Estrelas

"As pessoas têm estrelas que não são as mesmas.
Para uns, que viajam, as estrelas são guias.
Para outros, elas não passam de pequenas luzes.
Para outros, os sábios, são problemas.
Para o meu negociante, eram ouro.
Mas todas essas estrelas se calam.
Tu porém, terás estrelas como ninguém...
Quero dizer: quando olhares o céu de noite,
(porque habitarei uma delas e estarei rindo),
então será como se todas as estrelas te rissem!
E tu terás estrelas que sabem sorrir!
Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido.
Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá).
Terás vontade de rir comigo.
E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto...
e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu.
Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!" 
(Antoine de Saint-Exupéry)



sábado, 2 de abril de 2011

Para todo fim um recomeço

"É loucura odiar todas as rosas porque uma
te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque
um deles não se realizou, perder a fé em todas as
orações porque em uma não foi atendido,
desistir de todos os esforços porque um deles
fracassou. É loucura condenar todas
as amizades porque uma te traiu, descrer de
todo amor porque um deles te foi infiel.
É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz
porque uma tentativa não deu certo.
Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma
outra chance, uma outra amizade,
um outro amor, uma nova força.
Para todo fim um recomeço."
(Antoine de Saint-Exupéry)



quinta-feira, 31 de março de 2011

O menino daquela casa

"Havia, em algum lugar, um parque cheio de pinheiros e tílias, e uma velha casa que eu amava. Pouco importava que ela estivesse distante ou próxima, que não pudesse cercar de calor o meu corpo, nem me abrigar; reduzida apenas a um sonho, bastava que ela existisse para que a minha noite fosse cheia de sua presença. Eu não era mais um corpo de homem perdido no areal. Eu me orientava. Era o menino daquela casa, cheio da lembrança de seus perfumes, cheio da fragrância dos seus vestíbulos, cheio das vozes que a haviam animado."
(Antoine de Saint-Exupéry)


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